Então conhecereis a verdade...


Há quanto tempo você é cristão?

Há quanto tempo tem vivido no Espírito?

Sabe o que é amar Jesus Cristo?

O que é ter seu amor insatisfeito, suportado na solidão e pronto pra abrir seu coração inquieto, voraz?

Você sabe o que é ter a dor aplacada, o vazio preenchido, alcançar e abraçar este Homem santo e dizer sinceramente: “Não posso deixá-lo ir. Nos bons e nos maus tempos, na vitória e na derrota, minha vida não tem sentido sem você”?

Se essa experiência não iluminou sua vida com seu resplendor, então independentemente da idade, disposição e condição de vida, você não compreende o que significa ser cristão.

Isso, e somente isso, é o cristianismo autêntico. Não um código do que se pode ou não se pode fazer; não uma moralização tediosa; não uma lista de ordens proibitivas e, certamente, não o mínimo necessário exigido para se evitar as dores do inferno. A vida no Espírito é a emoção e o incitamento de ser amado por Jesus Cristo e por ele estar apaixonado. Se o Espírito não queimar ele não existe. A oração que brota do meu coração é essa. Se você ainda não a possui, pode vir a conhecê-la com uma insuperável e apaixonada alegria como a que conheci no amor de Jesus Cristo crucificado, no poder de Deus e em sua sabedoria.

Teologia da Prosperidade

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Palhaço Paulinho ¬ Terra dos palhaços ¬ Os 4 amigos!!

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Acordo...


Me diga andorinha, você
Que já voou mundo inteiro
Se houve um momento só
Por cima de um continente
Por sobre qualquer cidade
Em que te faltou o céu, será
Que o infinito espaço ao teu redor
É suficiente para voares livre
Pra viver Feliz?

Me diga peixinho dourado
Senhor do vasto oceano
Que pula na correnteza,
Se esconde em velhos navios
Mergulha nas profundezas
Sem nunca chegar ao fim, será
que os sete mares que são teus
Têm bastante água
Pra nadares livre
Pra viver feliz?

Puxa uma cadeira minh'alma
Que eu quero te perguntar
Por que me roubas a calma
E botas tristeza no olhar

Vamos entrar num acordo
Vida tranquila viver
Lembra daquilo que o Mestre falou
A minha Graça te basta

Stênio Marcius

Não Temais


Ouvimos as palavras a cada época de Natal em representa¬ções nas igrejas, quando crianças vestem roupões de banho e encenam a história do nascimento de Jesus. "Não temais!" balbucia o anjo de seis anos de idade, com sua roupa de len¬çóis se arrastando pelo chão, as asas de gaze e arame batendo levemente devido ao tremor do corpo. Ele olha de soslaio pa¬ra o texto escondido nas dobras da manga. "Não temais: eis aqui vos trago boa nova de grande alegria." Já apareceu a Za¬carias (seu irmão mais velho, com uma barba de algodão pre¬sa ao queixo) e a Maria (uma loirinha sardenta). Ele usou a mesma saudação para os dois: "Não temas!..."
Essas foram também as primeiras palavras de Deus a Abraão, e a Hagar, e a Isaque. "Não temas!" disse o anjo ao saudar Gideão e o profeta Daniel. Para seres sobrenaturais, essa expressão serve quase como um equivalente para "Oi! co¬mo vai?" Não é de surpreender. Quando o ser sobrenatural fala¬va, o ser humano geralmente estava com o rosto em terra num estado cataléptico. Quando Deus fazia contato com o homem, algumas vezes o encontro sobrenatural soava como um trovão, algumas vezes agitava o ar como um redemoinho, e algumas vezes iluminava o cenário como um clarão de fósfo¬ro. Quase sempre causava temor.
Como Deus sentiu o dia de Natal? Imagine por um instan¬te você voltar a ser nenê: deixar de lado a linguagem e coorde¬nação motora, e a habilidade de ingerir alimento sólido e de controlar sua bexiga. Deus como um feto! Ou, no dizer de C. S. Lewis, imagine você se tornando uma lesma — aquela analo¬gia provavelmente é melhor. Naquele dia em Belém, o criador de tudo que existe assumiu a forma de um recém-nascido frá¬gil e dependente.
"Kenosis" é a palavra técnica que teólogos utilizam pa¬ra descrever Cristo "se esvaziando" das vantagens de ser Deus. Ironicamente, embora o esvaziamento envolvesse muita humi¬lhação, também envolveu uma espécie de liberdade. Tenho fa¬lado das "desvantagens" da infinitude. Um corpo físico dei¬xou Cristo livre para agir numa escala humana, sem aquelas "desvantagens". Pôde dizer o que queria sem golpear as árvo¬res com sua voz. Pôde expressar ira chamando o rei Herodes de raposa ou armando-se com um chicote no templo, ao invés de balançar a Terra com sua tempestuosa presença. E pôde falar a toda e qualquer pessoa — uma prostituta, um cego, uma vi¬úva, um leproso — sem ter de primeiramente anunciar "Não temais!"

Já era muito que, como Deus, o homem fosse feito outrora, Muito mais, porém, que, como o homem Deus se fizesse agora.
— John Donne, "HolySonnet 15"
("Soneto Sagrado nº 15")

“Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos!"


Mateus 18:10

Jesus, o bom pastor, nos assegura que o próprio Deus se preocupa com cada filho, por “menor” que seja ou por mais longe que tenha se desviado. Aqui ele se refere não só a crianças, mas também àqueles “irmãozinhos” que recebem pouca atenção – os fracos, os indefesos, os que fazem “pouco” na igreja e até os afastados e esquecidos. Deus está atento às necessidades deles. O Evangelho não elabora a idéia de “anjos da guarda” ou qual o papel deles no Reino. O importante é saber que Deus está atento às necessidades dos “pequeninos”. Deus ama cada filho, independente da grandeza do seu ministério ou do tamanho do seu pecado. Se um dia fomos amados como filhos, podemos compreender o quanto aquele amor é precioso para Deus – e para seus filhos perdidos. Já que a palavra “anjo” (angelos) significa essencialmente “mensageiro”, vamos levar esta mensagem a todos os filhos do nosso Pai celestial. Afinal, seus filhos precisam de anjos não só no céu, mas também aqui na terra. Você conhece algum pequenino que precisa de uma palavra do Pai?

O amor de Deus

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Não vos conheço!


No Novo Testamento, há dois textos em harmonia que revelam duas facetas diferentes da mesma verdade. Vejamo-las:

Lucas 13: 23-27 “E disse-lhe um: Senhor, são poucos os que se salvam? E ele lhe respondeu: Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão. Quando o pai de família se levantar e cerrar a porta, e começardes, de fora, a bater à porta, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos; e, respondendo ele, vos disser: Não sei de onde vós sois; Então começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença, e tu tens ensinado nas nossas ruas. E ele vos responderá: Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade.”
Mateus 7: 21-23 “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.”

No primeiro caso podemos ver que dentre o grupo de pessoas que não entraram no Reino de Deus estão as pessoas que comiam com Jesus e que ouviam a sua palavra, pessoas que estão dentro da igreja, que escutam a palavra de Deus e até sentam à mesa com Deus, mas não o conhecem como de fato necessitam conhecer.
No segundo caso encontramos outro tipo de pessoas que não entraram no Reino de Deus; pessoas que até em nome de Jesus profetizavam, expulsavam demônios e faziam muitas outras maravilhas - quem são essas pessoas? A maioria, em parte, está dentro das igrejas trabalhando em ministérios e não tem nenhum relacionamento de intimidade com Deus. Não é preciso nem especificar quem são essas pessoas, mas dizer que nem todo que diz "Senhor, Senhor" ou que somente ouve a palavra de Deus ou procura um relacionamento superficial com Deus (por qualquer outro motivo que não seja conhecê-lo de fato pelo que Ele é) não será conhecido de Deus!

Se não travarmos uma relação pessoal e íntima, de carinho e temor com o Criador, dificilmente estaremos com Ele por toda eternidade. Quando tomamos uma decisão por Cristo, é apenas o primeiro passo que damos na realização desse relacionamento. Deus certamente tomará todas as iniciativas, mas caberá a nós responde-las.

Conclusão:

Só é possível manter um nível maior de intimidade com Deus buscando conhece-lo simplesmente por amá-lo, simplesmente por quem ele é!

Somente se gastarmos um tempo durante o dia para falar com Ele, para meditar na bíblia para conhecermos melhor o Deus das maravilhas e não somente as maravilhas!

Graça...


Eu estava experimentando "graça comum", para utilizar o termo teológico. Descobri que é terrível sentir-se grato e não ter ninguém para agradecer, estar extasiado e não ter ninguém para adorar. Gradualmente, muito gradualmente, voltei para a fé descartada da minha infância. Eu havia experimentado "gotas da graça", a expressão usada por C. S. Lewis para descrever aquilo que desperta uma saudade profunda do "perfume de uma flor que não descobrimos, o eco de uma melodia que não ouvimos, notícias de um país que nunca visitamos".
Eu tinha ainda uma última casca para descartar em meu trajeto para o crescimento na graça. Entendi que a imagem de Deus com a qual eu fora criado era lamentavelmente incompleta. Vim a conhecer um Deus que é, nas palavras do salmista, "um Deus piedoso e benigno, tardio em irar-se, e de grande amor".
A graça é de graça para pessoas que não merecem, e eu sou uma dessas pessoas. Lembro-me do que eu era — ressentido, seriamente marcado pela ira, um simples elo endurecido em uma longa cadeia de não-graças aprendidas na família e na igreja. Agora estou tentando de minha própria e despretensiosa maneira tocar a melodia da graça.
Eu o faço porque sei, com mais certeza do que qualquer outra coisa, que qualquer sentimento de cura, de perdão ou de bondade que eu tenha tido vem apenas da graça de Deus. Espero, sinceramente, que a igreja se torne uma cultura nutridora dessa graça.

Retiro Jovens 2008

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Jesus ou futebol?

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Eu neguei Jesus


Estava lendo um texto que fala sobre a negação de Pedro, quando senti meu espírito inquieto e triste com o que estava lendo. Era como se alguém me dissesse: você fez isso.
Fui ver o que o Aurélio diz sobre negar, e uma das acepções é a seguinte: “não se apresentar, ausentar-se...”
Fiquei meio assustado ao ler isso. E triste. Muito triste.
Entendi que já neguei e, pior, tenho negado meu Senhor muito mais vezes do que pudesse imaginar.
Quantas vezes fui chamado a fazer algo no Reino de Deus e “não me apresentei”? E eu tinha motivos muito justos pra não ir. Tenho muitos compromissos importantes e não posso faltar. Não tenho tempo pra isso agora. Minha agenda ta apertada. O meu tempo está realmente escasso. Fica pra outra vez...
Quantas vezes deixei de comparecer aos meus encontros com Jesus (na intimidade, no lugar secreto), porque acordei meio indisposto, acordei atrasado e tinha um compromisso importante (e dói constatar que já considerei muita coisa “mais importante” do que estar um tempo com Jesus).
Eu nego Jesus quando me ausento, quando não me apresento, quando tenho coisas mais importantes pra fazer, quando priorizo outras coisas antes do “Reino de Deus e sua justiça”, quando inverto a ordem e busco acrescentar todas as coisas antes da busca do Reino.
Eu nego Jesus e neguei muitas vezes...
É duro admitir.
É duro constatar.
Mas é verdade.
É fato.
O meu consolo é saber que Jesus me ama apesar disso. Ele conhece os meus limites, minhas imperfeições, minha indisciplina e incapacidade pra ser coerente com o amor que tenho por Ele.
Ele sabe que eu O amo.
Apesar de tudo e mesmo assim, Ele me ama. E me aceita exatamente do jeito que eu sou e me aperfeiçoa nas minhas fraquezas. Ele me amou antes da fundação do mundo, quando eu nem ainda existia e era massa informe, ele já me conhecia e amava. Antes que eu fosse sequer um projeto de vida para os meus pais, ele já tinha planos eternos pra minha vida e pra minha alma.
E é muito bom saber disso. Saber que Ele já me perdoou “na cruz”. Que já levou sobre si os meus pecados (inclusive as vezes que O neguei e nego), minhas dores, minhas transgressões, minhas doenças e que o castigo que me traz a paz que excede todo entendimento estava sobre Ele.
É muito bom saber que apesar de tudo e mesmo assim, Ele me compreende e não desiste de mim nem dos Seus propósitos pra minha vida. Que todas as vezes que faltei a um encontro com Ele, Ele esteve lá. Eu deixei que Ele ficasse esperando e não fui, mas Ele esteve lá. E mesmo assim, mesmo com tantas ausências minhas, com tantas faltas, com tantas decepções que lhe causo, com tanta insensatez de minha parte, Ele sempre me perdoa, me aceita, me recebe de volta, sem cobrar nada, sem reclamar de nada, sem me acusar de nada (Ele sabe que levou minha condenação sobre si), sem me humilhar por tantas vezes que o entristeço...
Ele sabe que eu O amo.
Ele me conhece total e profundamente. E sabe que o meu jeito de ser é imperfeito. O meu jeito de amar é imperfeito. O meu jeito é humano, portanto falho, ingrato, imperfeito...
Ele é perfeito. Seu amor é perfeito. Por isso aceita o meu pequeno e imperfeito amor por Ele. Por isso entende.
Amor insondável, incompreensível, ilimitado, perfeito... só o amor de Jesus. Tudo crê. Tudo suporta. Tudo espera. Não lança em rosto... Amor perfeito. Essência do Amor. O próprio Amor. Jesus.
Ele sabe e aceita minhas limitações e falhas. Ele me amou muito antes. Antes da fundação do mundo. E faz muito pouco tempo que existo e vim a conhecê-lo e a amá-lo. Ele sabe disso. Aleluias!
É duro. É triste. É difícil constatar e aceitar. Mas já neguei Jesus muito mais vezes do que imaginava. Já entristeci o coração dEle vezes sem conta.
Mas é muito bom saber que Ele me ama. E vai continuar me amando e me ensinando, aos poucos e sempre, me aperfeiçoando nas minhas fraquezas, o jeito certo, correto e digno de amá-lo.
Ele é Santo.
Ele é Digno.
Ele é Perfeito.
Ele é Deus.
Ele é Jesus.
Ele é Amor.
Ele é o Princípio.
Ele é o Fim.
Ele é a Totalidade de todas as coisas.
Glória, pois a Ele eternamente, Amém!